Em desenvolvimento, com foco em projetos-piloto institucionais

Aprender na prática. Evoluir com orientação.

A CliniTrilha transforma o atendimento supervisionado em registro, devolutiva e evidência de competência. O estudante registra, o preceptor valida e assina, e a instituição acompanha a evolução ao longo do curso.

Uma iniciativa da ehDoc. Começa pela Medicina, com extensão planejada às demais profissões da saúde e às residências.

Atendimento supervisionadoAmbulatório de atenção primária
Validado
  1. Estudante registra o atendimento
    Anamnese, exame, hipóteses e conduta. Enviado ao preceptor como proposta.
  2. Preceptor revisa, completa e assina
    A versão assinada é o documento do atendimento.
  3. Nível de autonomia marcado em um clique
  4. Espelho Formativo disponível
    Diferenças entre a sua versão e a final3 pontos
Ilustração do funcionamento proposto. Dados fictícios.

A formação médica passa de declarar competência para demonstrá-la.

As novas Diretrizes Curriculares Nacionais de Medicina pedem um sistema de avaliação programática, contínuo e alinhado às competências, com devolutiva individual obrigatória e oportuna. Demonstrar competência exige registro do que acontece na prática.

  • Avaliação programática em todos os componentesMonitoramento sistemático do desempenho, incluindo o internato, com devolutiva individual a cada etapa.
  • Avaliação contínua e estruturada do internatoO projeto pedagógico deve incluir avaliação contínua, específica e estruturada do internato, com monitoramento sistemático do desempenho.
  • Prazos definidosAplicação às turmas ingressantes em até um ano da publicação e implantação integral em até quatro anos.

Fonte: Resolução CNE/CES nº 3, de 30 de setembro de 2025 (DOU de 1º/10/2025).

O momento mais formativo da graduação costuma ser o menos registrado.

Quanto mais distribuída a rede de campos de prática, menor a visibilidade da instituição sobre o que acontece nela.

  • O estudante anota em papel ou no sistema do serviço, com o login do preceptor.Não fica um registro atribuível ao estudante.
  • O preceptor corrige verbalmente, no corredor.A devolutiva se perde e não pode ser revisitada.
  • A avaliação é preenchida ao fim do estágio, de memória.Menos fidedignidade e mais subjetividade.
  • O registro clínico fica no sistema do município ou do hospital.A instituição de ensino não acessa, e o paciente não leva nada.

O estudante propõe. O preceptor valida. Só então existe documento.

A avaliação nasce do próprio cuidado. O preceptor não precisa avaliar mais: faz o que já faz, e o registro do ensino surge desse ato.

Estudante

  • Acessa com perfil validado pela instituição de ensino
  • Registra o atendimento em formato estruturado (SOAP e CID)
  • Salva e encaminha ao preceptor responsável
Proposta clínica, não é documento

Preceptor

  • Vê em uma fila os atendimentos de todos os seus estudantes
  • Revisa, corrige, complementa e avalia
  • Prescreve, solicita exames e assina
  • Marca o nível de autonomia demonstrado
Registro assinado pelo preceptor

Um ato, cinco destinos

  • Serviço de saúderecebe o documento final
  • Pacienteno próprio histórico de saúde
  • Estudantesua versão e a versão final
  • Preceptora versão final
  • Instituiçãodados anonimizados e agregados

Regra de ouro: o registro do estudante é sempre proposta. O que tem validade é o ato do preceptor.

Dois recursos que transformam registro em método.

Espelho Formativo

O estudante vê, lado a lado, a sua versão e a versão final do preceptor, com as diferenças destacadas: o que faltou na anamnese, o diagnóstico ajustado, a hipótese não considerada, a conduta que mudou.

O aprendizado deixa de depender de o preceptor ter tempo para explicar cada detalhe.

Nível de autonomia supervisionada

Ao finalizar, o preceptor marca em um clique o grau de confiança demonstrado no atendimento. A escala acompanha o estudante atendimento a atendimento, ao longo de todo o curso.

  1. Observou
  2. Executou com apoio
  3. Executou com supervisão à distância
  4. Apto

A escala segue a lógica das atividades profissionais confiáveis (EPAs), referência internacional em educação baseada em competências.

Hoje a instituição tem a opinião do preceptor. Com a CliniTrilha, passa a ter a curva de aprendizagem do estudante.

Apoio de inteligência artificial, em desenvolvimento. A IA poderá organizar informações e sugerir conteúdos de estudo a partir das diferenças do Espelho Formativo. Ela não avalia, não atribui nível de autonomia e não orienta condutas: isso é sempre do preceptor.

O que a instituição passa a enxergar.

De opinião a evidência. Dados longitudinais, atendimento a atendimento, em toda a rede de campos de prática.

  • Volume e tipo de atendimento por estudante, turma, disciplina, cenário de prática e período
  • Distribuição dos diagnósticos por capítulo da CID, comparada à matriz de competências do projeto pedagógico
  • Perfil dos pacientes e territórios atendidos, como evidência de inserção no SUS
  • Evolução dos níveis de autonomia por estudante e por turma
  • Tempo de validação e densidade de supervisão por campo de prática

A camada institucional é anonimizada e agregada. A instituição de ensino não acessa dado clínico identificado.

Alerta de lacunaTurma fictícia

A turma concluiu o módulo de Saúde da Mulher com mediana de três atendimentos de pré-natal.

Sinal que chega antes da formatura, a tempo de ajustar o percurso.

Ilustração do funcionamento proposto. Dados fictícios.

O que cada participante ganha.

Estudante

Portfólio clínico real e verificável, com casos, diagnósticos, cenários e níveis de autonomia.

Preceptor

Fila organizada, modelo estruturado, menos retrabalho e supervisão registrada como ato assinado.

Coordenação

Visão da rede de prática e identificação de lacunas antes da avaliação externa.

Instituição

Evidência longitudinal e auditável para a avaliação programática prevista nas novas diretrizes.

Paciente

Recebe o documento do atendimento no próprio histórico de saúde.

Serviço de saúde

Recebe o documento final sem precisar conceder acesso de escrita a estudantes.

Benefícios descritos como objetivos da solução em desenvolvimento.

Segurança médico-legal e proteção de dados desde o desenho.

Princípios que orientam o desenvolvimento da plataforma.

  • Autoria e responsabilidadeO ato é do preceptor. O estudante consta como participante da atividade de ensino, em linha com as Resoluções CFM nº 1.638/2002 e nº 2.314/2022.
  • ImutabilidadeDocumento finalizado não é editado. Correções entram como adendo, com versão, autor, data e verificação de integridade.
  • Titularidade do pacienteO paciente é titular dos dados e consente de forma específica, inclusive para o uso acadêmico anonimizado.
  • SegregaçãoA instituição de ensino recebe apenas a camada agregada, sem dado clínico identificado.
  • Trilha de auditoriaAcessos, envios e assinaturas ficam registrados, com perfil, finalidade e horário.

Uma prática com referência internacional.

Nos programas de residência dos Estados Unidos, o registro de devolutivas no local da prática, feito no celular logo após o atendimento, já é usado para acompanhar marcos de competência exigidos na acreditação.

A CliniTrilha parte desse princípio e acrescenta três elementos pensados para a realidade brasileira:

  • O registro nasce do próprio atendimento, e não de um formulário de avaliação à parte.
  • O ato assinado pelo preceptor chega ao serviço e ao paciente.
  • O Espelho Formativo mostra ao estudante exatamente o que mudou na versão final.

Uma iniciativa da ehDoc

A CliniTrilha nasce de três anos de uso real do produto inicial da ehDoc em projetos de ensino de Medicina, com mais de 200 estudantes e pacientes da rede pública. Na tecnologia da ehDoc, o eixo do registro é o paciente: ele autoriza, e o documento circula, sem depender de integração com o sistema de cada serviço.

Perguntas frequentes

Para quem é a CliniTrilha?
Para instituições de ensino e gestores de campos de prática que acompanham estágios, internatos e residências. No dia a dia, é usada por preceptores e estudantes.
O registro do estudante é um documento médico?
Não. O registro do estudante é uma proposta clínica. O documento só existe depois que o preceptor revisa, completa e assina.
Qual é o papel do preceptor?
O preceptor revisa, corrige, complementa, assina e marca o nível de autonomia do estudante. A responsabilidade pelo ato e a avaliação são sempre dele.
A instituição de ensino acessa dados de pacientes?
Não. A instituição recebe apenas dados anonimizados e agregados, para acompanhar competências e cenários de prática.
É preciso integrar com o sistema do hospital ou do município?
A proposta não depende dessa integração. O paciente autoriza, e o documento final chega ao serviço e ao próprio histórico de saúde.
E as outras profissões da saúde?
A CliniTrilha começa pela Medicina. A extensão a Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia e às residências está prevista nas etapas seguintes.
Como a inteligência artificial participa?
O apoio de IA está em desenvolvimento e se limita a organizar informações e sugerir conteúdos de estudo. Avaliação, nível de autonomia e condutas são sempre decisão do preceptor.
A CliniTrilha já está disponível?
A plataforma está em desenvolvimento, a partir de três anos de uso do produto inicial da ehDoc em projetos de ensino. Estamos conversando com instituições interessadas em projetos-piloto.
Como uma instituição pode participar de um piloto?
Preencha o formulário abaixo ou escreva para contato@clinitrilha.com.br. Retornamos para entender a realidade da sua instituição e combinar escopo e métricas.

Converse sobre a formação clínica na sua instituição.

Conte um pouco sobre o seu contexto. Retornamos para apresentar a proposta e combinar escopo e métricas de um projeto-piloto.

Prefere e-mail? contato@clinitrilha.com.br